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Quem possui um site ou blog sabe o quanto é importante ter um bom sistema que analise a visitação dessas páginas. Apenas dessa forma é possível saber quais partes dos sites agradam mais os visitantes, além de termos um controle de quais palavras foram usadas para nos encontrarem.
Há alguns anos, conheci o Google Analytics e o considero uma das melhores opções gratuitas do mercado e quem decidiu entrar de vez na briga foi o maior concorrente da empresa de Mountain View com o Yahoo Web Analytics (nome criativo, não>).
Ele na verdade é uma "repaginada" feita em cima do IndexTools, serviço que foi desenvolvido pela empresa de mesmo nome e adquirida pelo Yahoo recentemente. Embora ainda não esteja aceitando novos cadastros, o Yahoo Web Analytics tentará manter seu foco nas empresas de pequeno porte e usuários comuns, sendo sua maior vantagem em cima do "analisador" do Google a maior velocidade de atualização dos dados.
Embora pareça bastante promissor, me questiono se o Yahoo não teria entrado tarde demais na disputa. Some a isso a esmagadora supremacia do Google tanto no setor de buscas quanto no de propagandas e tenho lá minhas dúvidas se o Yahoo Web Analytics terá sucesso. De toda forma, é inegável que o serviço tenha seu público.
[via WebWare]
A rapaziada do Mozilla Labs mais uma vez nos traz novidades interessantes. O Geode utiliza um conjunto de especificações de geolocalização e quando uma pessoa conecta seu notebook através de uma rede sem fio, alguns sites serão capazes de rastrear a sua localização e indicar lojas e serviços na proximidade (caso o usuário permita, é claro).
A idéia é que o sistema facilite a vida de pessoas que viajam muito e que invariavelmente desembarcam em lugares desconhecidos. Quando isso acontecer, basta ela ligar seu computador, acessar um site específico e receber indicações de bons restaurantes, por exemplo, nas proximidades.
Os desenvolvedores citam também como exemplo um leitor RSS que consegue diferenciar as fontes de leitura apenas baseando-se no lugar onde o usuário está conectado. Imagine que você tenha uma lista de feeds em casa e outra no trabalho. Ao se conectar em um dos lugares, o leitor RSS muda sua fonte de dados e o usuário economiza tempo. As possibilidades são realmente infinitas.
[via WebWare]
O Sheik Abd Al-Muhsin Al-'Obikan, conselheiro do Ministro da Justiça na Arábia Saudita decretou uma Fatwa onde proíbe os noivos sauditas de receberem fotos de suas noivas via Instant Messenger. A alegação é que outros internautas podem ver as tais fotos, antes dos noivos estarem casados.
Não posso deixar de elogiar a percepção do Sheik, ele SABE que não existe isso de “تفاقية مناهضة التعذيب ، وإرسال الصورة ، وأرى حذف ، وعد” ou em bom português “Gata, mande a foto, eu vejo e apago, prometo.”
A Fatwa cancela uma anterior, onde os casais estavam instruídos a USAR Instant Messengers para se comunicar e se ver, pois isso era preferível a um contato na vida real.
Curiosamente o autor das duas Fatwas é o mesmo, parece que nosso amigo Obikan resolveu entrar nos chats do MSN para ver o que estava rolando…
A gente reclama mas comparado a teocracias onde um líder religioso maluco tem poder até sobre se você pode mandar fotos pelo MSN ou não, o Brasil é um paraíso.
Fonte: Point de Bascule
A IBM tornou público o seu serviço que promete integrar ferramentas para criação de redes sociais e de colaboração para empresas. Com o "Bluehouse" (com as aspas mesmo) será possível compartilhar arquivos, criar e participar de reuniões online, utilizar um mensageiro instantâneo, compartilhar desktops e manter os seus contatos de negócios em uma espécie de comunidade.
A intenção do serviço é funcionar como um portal onde os usuários possam se encontrar, aumentando a produtividade entre os funcionários de uma mesma empresa ou de empresas que trabalham juntas. Como está em fase de testes, algumas das funcionalidades ainda não estão disponíveis e, por enquanto, o "Bluehouse" é gratuito. Nada foi dito ainda sobre os valores que serão cobrados.
No site do serviço é possível vermos vários vídeos demonstrando o funcionamento de diversas funções. Com uma bela e intuitiva interface, a IBM mostra um produto que depois de lapidado promete arrebanhar uma boa quantidade de fãs.
[via Ars Technica]
O projeto open-source Mono, que permite executar aplicativos baseados em .Net nas plataformas Linux, Mac OS X e Unix, lançou nesta segunda-feira a sua versão 2.0.
Segundo Miguel de Icaza, vice presidente de plataformas de desenvolvimento na Novell, mantenedor do projeto Mono e também criador do GNOME, "Aplicativos existentes para Windows também poderão ser executados no Linux ou MacOS. Pessoas diferentes possuem diferentes razões para fazer isso."
Porém nem tudo é perfeito: Miguel estimou que 45% dos aplicativos irão executar sobre o Mono 2.0 sem modificações, 18% necessitarão de algumas semanas de ajustes e 20% necessitarão de três a seis meses de trabalho, dependendo do quão integrado ao Windows o aplicativo está.
Por alguma razão, lembrei-me do Kylix. O Kylix foi um "Delphi para Linux", onde você importava o seu projeto do Delphi, fazia alguns pequenos ajustes, compilava e executava no Linux. O problema são estes "pequenos" ajustes que devem ser feitos. Muitas vezes são mais complexos do que parecem, ou deixam pequenas imperfeições visíveis na interface, quando executada no Linux. Esses probleminhas assustaram tanto usuários quanto desenvolvedores e hoje a plataforma Kylix, junto com a Borland, está falida. Sinceramente espero que não ocorra o mesmo quando for portar um programa .Net do Windows para o Linux. Alias, se quero um programa para Windows, Mac OS e Linux, uso Java ou Python...
Ah sim, o Mono tem o código-fonte aberto, parte sobre a LGPL e parte sobre MIT X11 license.
Na última quarta-feira a Microsoft anunciou seu novo plano para atrair mais usuários para o Live Search: brindes! No velho estilo "quanto mais você usar, mais chances você tem de ganhar", o usuario deverá instalar um software que verificará quantas buscas no Live Search o usuário fez. Cada busca valerá um ponto, 525 pontos poderão ser trocados pelo download de uma música, 1100 por uma camiseta ou ainda trocá-los por milhas aéreas. Ah, o limite de buscas que darão direito a pontos está limitado a 50 buscas diárias.
No mínimo interessante, para não dizer desesperador, pois o "market share" do Live Search continua caindo, enquanto do Google continua crescendo. Em números, segundo a ComScore, o Google possui 63% contra 8.3% do Live Search, o Hitslink mostra o Google com 81% contra 3.2% do Live Search.
Sobre esta campanha da Microsoft, alguém esqueceu de avisá-la que ao contrário de sistemas operacionais, na área de aplicativos (como suites Office ou até navegadores), os usuários trocam de ferramentas de busca sem dificuldade. Por exemplo: enquanto para trocar de sistema operacional a pessoa tem que formatar, instalar os programas, configurar, acostumar-se com o novo ambiente (provavelmente a parte mais difícil), para deixar de usar uma ferramenta de busca, basta digitar outro endereço, já que o funcionamento é o mesmo. Assim, uma pessoa pode utilizar o Live Search enquanto tiver vantagens financeiras e ao fim do programa (que provavelmente terá fim, já que está técnica não é sustentável), voltar a usar a antiga ferramenta de busca.
A Discovery Brasil esta exibindo uma série de programas sobre a internet e sua história. Por enquanto só esta disponível o primeiro episódio, que é sobre a guerra dos browsers. O programa é muito legal e bem produzido, vale a pena assistir em http://www.discoverybrasil.com/internet/show.shtml
Estou aguardando ansiosamente para que eles dispinibilizem os novos episódios!