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A Canonical acaba de conseguir um apoio de peso. A Wikipedia anunciou que os cerca de 400 servidores utilizados para manter a enciclopédia livre no ar deixarão de usar como sistema operacional o Fedora e Red Hat e adotarão o Ubuntu em todas as máquinas.
Para se ter idéia do "pepino", os sites mantidos pela organização que cuida da Wikipedia recebem cerca de 10 bilhões de visitas por mês, sendo que no auge é comum 50 mil páginas serem acessados por segundo. Estima-se que a Wikimedia gaste 35 mil dólares todos os meses com banda e hospedagem dessas páginas. Para cuidar de todo este equipamento, a equipe técnica é formada por quatro funcionários remunerados e três voluntários. Para Brion Vibber, CTO da empresa, passar a utilizar apenas uma distro facilitará o trabalho deles já que poderão usar a mesma configuração em todas as máquinas.
A iniciativa pode ser um belo incentivo para que o SO comece a ser usado com mais frequência nos servidores e ajude o Ubuntu a perder a imagem de "sistema operacional apenas para desktops".
Como a Wikipedia mantém seus serviços sem um grande incentivo financeiro, essa adoção por parte da empresa não deverá se converter em lucro para a Canonical, mas ela pode se beneficiar da iniciativa para conseguir convencer empresas a usarem seu sistema operacional.
[via Computer World]
Considerando que o Linux, de fato, é o kernel, foi lançada hoje a sua versão 2.6.27. O kernel newbies traz uma lista das melhorias desta nova versão.
Posso citar como melhorias para nós, meros mortais: melhor suporte a webcams (quero ver se a LifeCam VX-1000 vai funcionar bem). E foi implementada uma melhoria nas "multifilas" de rede. Agora será possível dar prioridades diferentes ao envio de dados pela rede. Exemplificando: você poderá fazer downloads e conversar no Skype e, dando maior prioridade a este último, sua ligação não ficará debilitada.
O download do código-fonte pode ser feito em www.kernel.org e para compilar e utilizar o novo kernel sugiro a leitura deste artigo.
Há dezessete anos, no dia 5 de outubro de 1991, Linus Benedict Torvalds anunciava a distribuição do código-fonte de um sistema operacional "Unix-like" livre.
Interessante relembrar que o Linux (que ainda não possuía este nome) começou com algumas modificações no Minix, como um conjunto de drivers para ele e que depois tornou-se outro sistema operacional e também como o Linus clama por colaboradores, que sem dúvida foram a grande força do sistema.
Por mais que você não goste ou não use o Linux diretamente, deve admitir que sem ele empresas como a Microsoft não se preocupariam tanto em melhorar a qualidade dos seus sistema operacionais, não teríamos mais opções de uso e não podemos esquecer sistemas embarcados como o recém lançado Android, que utiliza o Linux, ou também os clusters computacionais construídos utilizando este sistema operacional .
Outros sistemas operacionais livres também existem, mas sem dúvida o que conseguiu mais espaço foi o Linux. De todas as formas, devemos agradecer o Linus Torvalds e aos milhares de colaboradores por este software.
Houve uma época em que instalar uma distribuição Linux em um computador era algo destinado apenas aos que possuíam um bom conhecimento em informática. Formatações, particionamentos, linhas de comando e tudo isso sem falar nos riscos de perder todas as informações do HD.
Alguns anos depois, foram criados os "live CDs". Com eles o usuários podiam testar as distros sem nem ao menos ter que instalar os sistemas operacionais. Mesmo sendo uma bela oportunidade para os mais medrosos, esses discos não possuem o mesmo desempenho que a versão instalada e hoje tomei conhecimento de uma bela alternativa para este processo.
O Wubi é um pequeno aplicativo que tem menos de 1MB e que funciona no Windows. Fazer a instalação do Ubuntu com ele é das tarefas mais simples, bastando escolher a partição onde deverá ser instalado, se deseja usar KDE, Xfce ou Gnome, a língua a ser utilizada e aguardar o download dos arquivos. Depois desse processo, basta reiniciar a máquina, aguardar a instalação e usar o novo SO. Um detalhe legal dessa instalação é que ela figurará na lista de "Adicionar ou Remover Programas" dentro do Painel de Controle, ou seja, se não tiver gostado do Ubuntu, basta removê-lo. Tudo sem muita dificuldade ou confusão. Só é uma pena ele não possuir outras distros como opção de instalação.
Embora a maioria dos Linuxers já devam conhecer o Wubi, acho importante que este aplicativo fosse melhor divulgado e mesmo que ele possua defeitos, não deixa de ser uma boa forma de conquistar usuários para o sistema do pinguim.
[via LinuxHaxor]
O blog da Laptop Magazine publicou uma entrevista com Andy Tung, Diretor de Vendas da MSI para os EUA. Eles vão começar vendas diretas do Netbook MSI Wind no mercado americano, com modelos bem semelhantes aos anunciados pela Positivo para a linha Mobo White, disponível no final de Outubro para o Brasil. Na entrevista fica claro o motivo do MSI Wind só ter uma opção com Linux (estratégia adotada também pela positivo). Sentem-se freetards, vai doer:
Ninguém quer o Linux.
Nas palavras de Andy Tug:
“Nossa pesquisa interna tem mostrado que as taxas de devolução de netbooks são maiores que as de notebooks, mas a principal causa é o Linux. As pessoas adorariam pagar US299 ou US$399 mas elas não sabem o que estão comprando até abrir a caixa. Elas começam a mexer com o Linux e percebem que não é o que estão acostumadas. Elas não querem gastar tempo para aprender então devolvem para a loja. A taxa de devolução para o Linux é pelo menos 4 vezes maior que a de netbooks rodando Windows XP.”
Desculpa aí…
Fonte: Engadget
Se tem uma coisa que me irrita na “comunidade” é que um monte de gente grita, xinga, fala alto mas na hora de colaborar enfia o rabo entre as pernas. São casos como o do Jegue Panel e tantos outros. Um bom tempo atrás eu lembro de ter lido que o pessoal do Projeto Fedora estava pedindo doações comprar uma duplicadora de CDs para agilizar a distribuição de CDs.
Agora descubro que meses depois não conseguiram nem metade dos R$6 mil que precisavam.
Ninguém está pedindo milhões, tem gente que doou mais de R$100,00, como o Augusto, mas ele ficou rico com o BR-Linux (not!). Quem não pode, doa R$10,00 e quer saber? 10 doações de R$10,00 fazem o mesmo efeito de uma de R$100,00. Há gente reclamando que a Red Hat não ajuda. Pois bem, o conceito de Comunidade é justamente você não depender de empresas e ajuda de fora.
Portanto, colabore. Como incentivo qualquer usuário do MeioBit que comprovar uma doação de R$20,00 ou mais perderá a insígnia de Troll ou ganhará uma insígnia de Linux, se já for um usuário normal. Os outros ganharão tibs e participação do sorteio de alguns brindes que eu conseguir arranjar. Lembre-se de pedir para seu nome ser incluído na lista de doadores do projeto com seu nick do MeioBit, para facilitar a identificação.
Via BR-Linux
Se há algo que mesmo os fanboys de outros sistemas operacionais concordam é que o Tux é um excelente mascote. De todos talvez seja o melhor. Em segundo eu colocaria o diabinho do BSD, mas muito de longe. Aquele camaleão nojento do SUSE, nem entra na competição. Que se espete em um clips enferrujado e morra de tétano. Igual ao chapéu do RedHat, roubado da Carmem Sandiego.
Criado por Larry Ewing em 1996, Tux já apareceu em tudo que é lugar. Até no Age of Empires III da Microsoft há um personagem chamado "Tux, o Conquistador". Entáo nada mais justo que centralizar as aparições e versões do pinguim favorito de todo mundo.
Aí que entra o Tux Factory, um site que se propõe a catalogar todas as variações conhecidas do Tux. No momento em que escrevia este texto, a Tux Factory já contava com 1691 Tuxes. Entre eles temos:
Há muito mais tuxes do que meu tempo permite fuçar, então fica a cargo de vocês acharem o melhor.
Fonte: Pensa, Rics, pensa