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Previsto para segunda-feira, a versão 3.0 final da suite de escritórios mais famosa do mundo "Open Source" já foi colocada nos repositórios!
Para quem não pode esperar para ver as novidades da versão, basta apontar o navegador para a lista de "mirrors" e procurar o diretório stable/3.0.0. Um link direto para o repositório FTP da UFPR está aqui.
A versão para Windows tem pouco mais de 130MB (sem o Java), enquanto a do GNU/Linux® tem algo em torno de 150MB.
Quem já usou jura de pés juntos que um milagre aconteceu: o aplicativo está rápido.
[via GHacks]
Um dos pesquisadores da Microsoft Office Labs em seu tempo livre resolveu brincar com o conceito do touch wall apresentado por Bill Gates algum tempo atrás, multitouch e outros bichos.
Depois de algum tempo se saiu com o Touchless, uma biblioteca .NET para criação de aplicações multitouch usando uma webcam e mais nada.
No vídeo de demonstração vemos manipulação multitouch de uma imagem, desenho espacial e até um joguinho básico, mas a graça não está ali, e sim no potencial do brinquedo. Potencial que pode ser explorado por qualquer um. A Touchless está disponível como Open Source, é só baixar o SDK e criar sua própria aplicação. Ou baixar o demo e brincar um pouco.
Via TechCrunch
O Ubuntu Eee é uma versão do Ubuntu otimizada para o Asus Eee, suportando os modelos 2G, 900, 901, 1000 e 1000H. Usando a interface Netbook Remix, a distro é leve, traz os pacotes essenciais para um bom uso de um netbook e principalmente apresenta uma postura pragmática que faz o Stallman chorar: Disponibilizam as melhores aplicações para cada problema, independente de serem open source ou não. Por isso o Skype faz parte do pacote.
No site do projeto há uma wiki, bem como links de download diretos ou via Bit Torrent. Quem tem um Asus Eee e roda aquele Linux sebento que vem com ele, o Ubuntu Eee é uma excelente alternativa. As instruções de instalação? Aqui na Wiki do projeto.
O mais popular (e controverso) programa “free” de manipulação de imagens, o GIMP, teve uma nova versão liberada ontem: a 2.6.0. Modificações na interface, melhorias na ferramenta de desenho livre, melhoria de performance sob o Windows… a lista completa pode ser vista aqui.
O GIMP não é meu programa “livre” predileto, mas é impossível deixar de reconher sua importância. A equipe faz um trabalho muito bom, apesar da interface ser um tanto… estranha, ao menos para o meu gosto. Estou baixando esta nova versão para ver a nova “cara”.
Aliás, curiosamente, versões pré-compiladas para Windows (pelo visto, para sistema algum) não são fornecidas “oficialmente” pelo site oficial… mas a alma caridosa de Jernej Simončič fez o trabalho árduo de compilar e disponibilizar em seu site. Para todos os outros sistemas operacionais, o código-fonte pode ser conseguido aqui.
Há muitos e muitos anos, mais precisamente no começo dos anos 1990, havia um sistema operacional chamado BeOS, fabricado pela Be, Inc. Projetado do zero, era focado em aplicações multi-mídia e projetado para extrair o máximo de computadores multi-processados. A história da Be, Inc. daria um enorme (e ótimo) artigo, por isso vou fazer um avanço rápido até os dias de hoje.
“Haiku” é um tipo de poesia japonesa, mas também é o nome escolhido para o sistema operacional que tem a ambição de ser compatível (a nível binário) com a última versão do BeOS. Conduzido por um grupo de “hackers” (no melhor sentido da palavra), está disponível para download no site do projeto, mas apenas a imagem VMWare.
Esta entrevista, gentilmente cedida por Bruno Albuquerque, um dos principais desenvolvedores, fala um pouco mais do sistema e mostra a luta de uma pequena, mas motivada equipe. Um trabalho admirável, que merece, no mínimo, os nossos parabéns.
Quem é Bruno Albuquerque? Onde vive, o que faz da vida e como conheceu o Haiku?
Tenho 33 anos, moro em Belo Horizonte e trabalho como engenheiro de software para a Google. Tenho aproximadamente 8 anos de experiência com desenvolvimento de sistemas operacionais, tendo trabalhado como engenheiro de kernel para a yellowTAB GmbH no desenvolvimento do Zeta e sido um dos primeiros integrantes do projeto Haiku, liderando o time do OpenBFS e sendo integrante do time de administradores do mesmo. O envolvimento com o Haiku foi uma consequência natural do meu envolvimento anterior com BeOS/Zeta. Atualmente minhas contribuições para o Haiku têm sido mais esporádicas mas continuo ativo no projeto.
O que é o Haiku e o que o diferencia do Linux e do Windows?
Haiku é uma reimplementação open-source (usando a licença MIT) do BeOS. A primeira versão tem o objetivo de ter compatibilidade binária com o BeOS R5 (menos os bugs). O projeto foi iniciado há 7 anos e hoje encontra-se muito próximo da sua primeira versão alfa (em outras palavras, primeira versão de teste direcionada a usuários finais).
Em sua versão final, as seguintes características técnicas devem estar presentes:
Acho que isso cobre os pontos mais interessantes. :)
Há uma célebre frase de Montesquieu: "A liberdade é um bem tão apreciado que queremos ser donos até da alheia".
A notícia é de que a Fundação Mozilla vai iniciar uma campanha incentivando o "upgrade" da versão 2.0.0.16 do Firefox para a atual 3.0.1. Um aviso solicitando ao usuário que faça a mudança deverá aparecer nas próximas semanas, ao se abrir o navegador. Haverá a possibilidade de se cancelar e continuar com o bom (?) e velho 2.0.0.16, mas os defensores da liberdade "se reservam o direito de mostrar o aviso novamente", nas palavras de Mike Beltzner.
Particularmente, acho a versão 3 muito superior à 2. No entanto, é no mínimo curioso ver a comunidade Mozilla utilizando os mesmos "métodos nefastos" de uma Apple, por exemplo.
De qualquer forma, o suporte à versão 2 vai até dezembro deste ano. Depois disso, ou os usuários migram de vez ou estarão por sua conta e risco.
[via Computerworld]
Agora, não parece um erro de tradução. Parece estupidez, mesmo.
Um estudante do MIT teve uma "brilhante" idéia, ao andar pelas ruas da Índia. O sujeito viu por lá um "computador" custando US$ 12,50. O tal "computador" é, na verdade, uma adaptação do NES (o "Nintendinho"), embutido num teclado e com saída para TV. O "computador" vem acompanhado de mouse, light gun, dois joysticks e dois jogos.
O sujeito ("brilhante" é o único adjetivo que me passa pela cabeça) somou dois mais dois e concluiu o "óbvio": essa é a solução para as salas de aula do terceiro mundo! Ok, estou exagerando... ele só "perguntou" se seria viável.
Vejamos... processador de 8 bits, 1,78MHz, saída para TV com 256x240 pixels, 25 cores. Internet? WiFi? HD? Disquete? RS-232C? Que nada! Quem precisa disso quando se é possível programar em BASIC os próprios jogos?
Vou dar duas idéias bem interessantes para o nosso jovem Einstein: que tal pegar todos aqueles Apple II encostados nos sótãos dos EUA e colocá-los para funcionar? Melhor: os Apple IIGS! 16 bits, 640x200, ambiente gráfico... e por apenas US$ 29,99! Ou ainda: usar os XOs, que oferecem uma boa relação custo/benefício.
Sinceramente, essa fixação por "computadores de baixíssimo custo para o Terceiro Mundo" que tomou conta das publicações internacionais já deu o que tinha que dar. Vamos voltar ao aquecimento global que é mais interessante.