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Quem compartilha o mesmo computador com outras pessoas muito provavelmente já passou pela frustrante situação de sair da máquina e, quando retornou, algum programa que deveria ter ficado funcionando foi fechado.
Imagine por exemplo você ter deixado o seu gerenciador de downloads favoritos baixando o demo daquele jogo que tanto queria jogar e quando retorna para casa, a toupeira o gente boa do seu irmão fechou o programa porque achou que "...não servia para nada".
Se isto acontece frequentemente com você, uma boa dica é usar o Application Monitor. Com ele você poderá cadastrar alguns aplicativos que deverão estar rodando sempre e mesmo que travem, serão reiniciados.
Com apenas 56kb, o Application Monitor possui uma interface bem simples e adicionar algum programa à sua lista é uma tarefa rápida e sem complicações. Para aquelas pessoas que morrem de medo de o servidor hospedado em sua máquina ou o anti-vírus travar, pode ser um bom alívio. Só não me pergunte o que fará se o Application Monitor travar.

[via LifeHacker]
Um dos pesquisadores da Microsoft Office Labs em seu tempo livre resolveu brincar com o conceito do touch wall apresentado por Bill Gates algum tempo atrás, multitouch e outros bichos.
Depois de algum tempo se saiu com o Touchless, uma biblioteca .NET para criação de aplicações multitouch usando uma webcam e mais nada.
No vídeo de demonstração vemos manipulação multitouch de uma imagem, desenho espacial e até um joguinho básico, mas a graça não está ali, e sim no potencial do brinquedo. Potencial que pode ser explorado por qualquer um. A Touchless está disponível como Open Source, é só baixar o SDK e criar sua própria aplicação. Ou baixar o demo e brincar um pouco.
Via TechCrunch
Que o Windows é alvo número de todos os criadores de vírus e malware ninguém discorda, mas mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes por dia, e nem o Windows pode estar sempre “errado”. Só que alguns programas investem justamente na imagem de sistema vulnerável do Windows para vender seu peixe. O termo aliás é perfeitamente adequado, pois da mesma forma que pescado, esses programas começam a feder depois de 24 horas.
São softwares que mostram mensagens de “alerta”, anunciando violações de segurança, vírus e malware em seu sistema, mesmo sem terem rodado nenhum tipo de scanner.
Esses programas são feitos para enganar e assustar leigos, que pagam bom dinheiro por sua “proteção”. Sem contar que vários desses programas trazem de reboque malware, trojans e vírus.
Um dos maiores exemplos é um tal de Registry Cleaner XP, que sempre indica que há algo de errado ou suspeito com seu PC. Para em seguida oferecer um programa de limpeza, que custa módicos US$39,95.
A Microsoft agora entrou na Justiça contra a empresa produtora do software pedindo indenização e exibindo que o site e os anúncios sejam retirados do ar. O Promotor de Justiça Rob McKeena, do Estado de Washington apóia o processo, e diz:
Não vamos tolerar avisos alarmistas e enganadores ou “scanners grátis” , que tentam convencer os usuários a comprar softwares para resolver problemas que eles não têm"
Vejamos o que diz o tal programa no meu computador:
Claro, não há detalhes sobre quais seriam tais aplicações e entradas suspeitas no Registro, eu tenho que confiar no programa, pagar US$39,95 e acreditar que ele iria “reparar entradas no registro, otimizar a velocidade do sistema, bloquear popups e melhorar a velocidade do sistema”, como diz no site.
O programa aliás é tão bom que segundo as especificações funciona do Windows 95 ao 2000. Rodei no Vista e nem reclamou ;)
Espero que a Microsoft ganhe essa, pois o que o mundo menos precisa são picaretas que vivem de explorar o medo e ignorância alheios.
Fonte: Ars Technica
Na semana passada, a notícia de que a Polícia Federal não conseguiu decodificar os dados contidos nos HDs do banqueiro Daniel Dantas gerou um certo rebuliço entre os leitores. Para piorar, a notícia ainda dizia que a Justiça poderia solicitar à fabricante (americana) do programa de codificação as chaves para se abrir os arquivos. Há várias considerações a se fazer e muito já foi dito sobre isso. Minha idéia aqui é, simplesmente, ensinar ao bom cidadão brasileiro como esconder seus dados sigilosos de forma bastante razoável.
Aqui mesmo no Meio Bit, já demos várias dicas: esteganografia, criptografia open-source… há também outras opções, tanto gratuitas quanto pagas.
Neste artigo, vou usar o já conhecido TrueCrypt, que é um ótimo substituto “free” do PGP (Pretty Good Privacy), que agora só tem versões pagas (há algumas gratuitas, bem antigas, no site PGPi).
Bem, vamos começar. Aponte seu navegador para o site do programa, especificamente para a página de download. Há versões para GNU/Linux®, OS X e Windows. Neste tutorial vou usar a versão para Windows, mas não há grandes diferenças. Baixe a versão escolhida e siga a instalação conforme mostrado abaixo (feche todos os outros programas, pois será necessário reiniciar o computador):
Às vezes, a gente precisa. Pode ser porque uma tecla do laptop deu problema e você não quer pagar aquele absurdo cobrado pela assistência técnica “só para trocar um teclado”… pode ser porque você comprou um teclado italiano que não vem com “~”… pode ser porque você quer que a combinação CTRL + SHIF + E escreva o caractere “€”… enfim, pode haver vários motivos para se remapear o teclado.
O programa mais simples que encontrei para a tarefa é o Microsoft Keyboard Layout Creator, atualmente na versão 1.4.
Semana passada rolou mais um Encontro Microsoft com Blogueiros, onde fomos introduzidos (no bom sentido, o Ballmer não estava) aos novos produtos da família Live. Algumas antigas reinvindicações foram atendidas, algumas novidades bem interessantes foram apresentadas. Algumas não agradaram muito os blogueiros, mas serão perfeitas para os miguxos que AAAAAMMAM o MSN e o YouTube.
Outras, como a correção ortográfica em português no Windows Live Writer vão literalmente salvar vidas.
Uma das aplicações mais populares do iPhone era o PhoneSaber, um programinha que usava o acelerômetro para simular um... sabre de luz. Dava para brincar de Jedi, movendo o telefone com os sons acompanhando.
A brincadeira acabou quando a LucasArts lembrou que é proprietária de tudo que se refere a Guerra nas Estrelas, e que o sujeito estava violando seus direitos autorais, mesmo não cobrando nada pelo programa.
Claro, essa é a visão normal. Só que o pessoal do George Lucas é MUITO liberal com material de fãs, a hospedagem dos fanfilms no site "oficial", www.theforce.net por exemplo é paga pelas Empresas de George Lucas, que só pede em troca que respeitem algumas regras, como não fazer filmes violentos demais, manter a temática "família", etc.
Agora foi explicada a remoção do programa. Eles achavam que poderia ser bem melhor. Contactaram os criadores e fizeram uma proposta indecente, que começou com a saída do PhoneSaber da App Store.
Na proposta, devidamente aceita o PhoneSaber voltará em breve com o nome Lightsaber Unleashed, com profundas ligações com o jogo Star Wars ®: The Force Unleashed™. Virá com gráficos melhores, efeitos sonoros ORIGINAIS direto do arquivo de sons da LucasFilm e música (também original).
Seria muito bom se essa mentalidade se espalhasse, mas a maioria das empresas é MUITO chata com fãs. A Marvel Comics já tentou impedir a exibição de fanfilms até em convenções, e uma ação clássica da Paramount tentou fazer com que todos os sites de fãs de Jornada nas Estrelas removessem imagens e logos relacionados com a série. Atitude não muito inteligente, que deixou a maioria dos fãs um tanto... pês da vida.
Para os usuários de Mac, temos o programa original, o MacSaber. É um dos essenciais para impressionar amigos, mas a garantia da Apple não cobre "duelos de sabre de luz", então segure firme com as duas mãos seu Macbook. Lembre-se, quem tem Conde Dooku, tem medo.
Fonte: CrunchGear