Brasileiro tem mania de se achar inferior. Enchemos a boca para falar que a Petrobras não sabe refinar petróleo, mas esquecemos de dizer que é lider em prospecção em águas profundas. Também não falamos que a primeira transmissão de rádio foi feita por um brasileiro... e por aí vai.

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Pois aqui vai mais uma prova de que há (muitos) jovens talentos no País: Guilherme Campos, Túlio Soria, Rafael Fantini e Helena Van Kanpem (o nome é importado, mas a mocinha é genuinamente nacional) são os finalistas nacionais, na categoria jogos da Imagine Cup 2008 e disputarão o caneco em Paris, com o jogo "City Rain" (uma mistura de Tetris e SimCity, viciante e disponível para download).

Abaixo, uma breve entrevista com o Guilherme, sobre desenvolvimento, a expectativa e os rumos do projeto:

 

Fale um pouco sobre você e como surgiu a idéia do jogo.

Bem, eu sou Guilherme Campos, 22 anos, aluno de Sistemas de Informação da UNESP-Bauru. A idéia para o jogo surgiu de uma conversa descontraída na faculdade, onde a partir de um objetivo de “quebrar paradigmas” e inovar, chegou-se ao City Rain. Foram mais ou menos três meses de brainstorming e esboços para chegar ao mais próximo do jogo atual.

 

Dori Prata's picture

Entrevista: Criadores de "Verdade das sombras"

Quem acompanha o Meio Bit Games sabe o quanto defendo os games como forma de arte e principalmente como forma de cultura. Recentemente fiquei sabendo que os alunos Rafael Curan Peterson e Thiago Ferranti Girello desenvolveram um "Game Arte" como trabalho de conclusão de curso e decidi entrar em contato com eles para um entrevista.

Então conversei com Thiago Girello e o que começou como uma entrevista acabou como um bate-papo muito bacana que você pode conferir aqui.

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Dori Prata's picture

Entrevista: Equipe e-Zone

Já comentei várias vezes aqui no MB Games o quanto aprecio as revistas digitais, principalmente as que abordam o universo do games. Decidi então convidar o pessoal do e-Zone - um dos poucos projetos neste segmento no Brasil, mas nem por isso de baixa qualidade - para uma entrevista.

Durante o bate-papo fiquei sabendo quais as maiores dificuldades em se manter uma revista digital e outros detalhes muito legais sobre o trabalho deste pessoal que escreve por amor aos games (e aos cinema, aos quadrinhos, a cultura...). Confira!

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Rafael Vasconcelos's picture

Entrevista com Windy of Tenebra.

Creio que todo mundo aqui deve ter visto esse video, mas ai vai ele de novo para os que não viram e para aqueles que não se cansam de reve-lo:

 

 

Esse é atualmene o video de Tibia mais visto no Youtube, o que deixou o "char" Windy muito famosa. E como todo mundo que fica famoso é entrevistado, com Windy não podia ser diferente !

Clique em "leia mais" para ver a entrevista.

Marcellus Pereira's picture

Entrevista: Renato Degiovani

Cenário: 1983. No exterior surgiam o Apple Lisa, o Apple IIe, o Atari 1200XL. A Lotus lançava o 1-2-3, a IBM anunciava o PC-XT e a Microsoft mostrava o DOS 2.0. Por aqui, reserva de mercado. As novidades eram o CP300, da Prológica; o TK85 da Microdigital e falava-se que a Gradiente fabricaria um micro compatível com o poderoso padrão MSX.

A revista de informática mais influente do mercado era a "Micro Sistemas", que trazia, na sua edição de julho, um marco na história do desenvolvimento de jogos no Brasil: a listagem (é, naquela época se digitavam os programas que vinham nas revistas) do "Aeroporto 83". Sucesso imediato, a edição esgotou rapidamente, deixando os leitores ávidos por mais e mais jogos. O responsável pelo feito: Renato Degiovani.

Vários sucessos se seguiram (o mais conhecido, talvez seja o jogo "Amazônia") e hoje o desenhista industrial formado pela PUC Rio é o mais respeitado "game designer" do País. Ídolo de toda uma geração, Degiovani concedeu uma entrevista ao Meio Bit, contando um pouco de sua própria história e do desenvolvimento dos jogos (coisas, aliás, que se confundem), além de falar sobre projetos atuais e futuros. Imperdível para os velhos e novos "micreiros".

 

Há alguns meses escrevi no Meio Bit sobre a Synergex, empresa canadense que estava vindo para o Brasil trabalhar com a distribuição de jogos. Conseguimos então uma entrevista com Glauco Bueno, diretor para América Central e do Sul da Synergex e que atualmente comanda as operações no Brasil, Chile e Colômbia.

Bueno já trabalhou na Atari e respondeu perguntas relacionadas ao mercado nacional e estrangeiro, futuros lançamentos e a possibilidade de termos jogos totalmente em português. Um papo esclarecedor sobre uma das empresas que promete ajudar a aumentar a venda de jogos no Brasil.



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