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Cooking Mama vs PETA

Cooking Mama é um jogo divertido. Seu objetivo no game é fazer as mais diversas receitas, sejam elas vegetarianas ou não. Parece que a PETA – Pessoas a Favor do Tratamento Ético dos Animais, também conhecidos como Organização dos Vegetarianos Irritantes – não entendeu o objetivo do game. A organização, pelo jeito, acredita que o game ensine as crianças a matar e obliterar animais.

Com isso em mente, ela criou um game em flash chamado “Cooking Mama: Mama Kills Animals”,  onde o seu objetivo é lemos_peta_21_11_2008_1fazer um peru para o Dia de Ação de Graças. O game é um pouco perturbador. Começando, você tem de tirar as penas de um peru morto com visual cartunesco.  Depois, você tem de fazer coisas como retirar os órgãos do animal e cortar seu pescoço, tudo com muito sangue. Para aqueles que nunca jogaram Cooking Mama: Veja este vídeo de preparo de um hambúrger e perceba que a semelhança é mínima.
A PETA ainda pede  que a Majesco, produtora de Cooking Mama, crie um game somente com receitas vegetarianas. Em resposta, a produtora disse que o novo game da série, Cooking Mama World Kitchen, tem 25 receitas vegetarianas. Além disso, a Majesco citou a própria Mama, personagem do game. “Eu nunca colocaria um rato no meu Ratatouille.” – para aqueles que não sabem, além de um filme, Ratatouille é um refogado francês com azeite de oliva, berinjela, pimentão, abobrinha, cebola e alho. – “Eu crio receitas para vários gostos e preferências. Meu objetivo é que você saia da mesa satisfeito”.

O game em flash em questão está disponível depois do break, mas um aviso: Não é possível desligar a música e o vídeo bônus que pode ser exibido após o término do game é perturbador.

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Impostos: Está ruim, mas deve piorar

Atenção meus queridos amigos residente na terra Brasilis e que gostam de dedicar algumas horas de suas vidas aos videogames, se preparem para dias negros em suas vidas. Foi aprovada agora há pouco na nossa câmara dos senhores engravatados uma emenda que pretende aumentar os impostos de vários produtos, inclusive softwares.

Isso quer dizer que o preço dos jogos irá aumentar. Pois é, aquelas pessoas que gastam seu suado dinheirinho em jogos originais aqui no Brasil terão que fazer um pouco mais de hora extra para poder manter seu hobby.

dori_imp_21.11.08 O pior da história é que o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) havia sugerido que os tributos fossem reduzidos 1% ao ano, durante os oitos próximos anos e adivinhem, a proposta foi negada. Eis então que o excelentíssimo relator Sandro Mabel (PR-GO) propôs que fosse instituída a cobrança de ICMS. O PSDB ainda tentou retirar a novidade com uma emenda, mas essa foi negada. Ao menos a Frente Parlamentar de Informática tentará derrubar a proposta do glorioso bolacha Mabel.

Portanto meus caros colegas, vermos lançamentos de jogos para computador a R$ 99,90 deverá acabar, softwares que já não eram baratos não terão seus valores reduzidos e quem sonhava com jogos de videogames com preços reduzidos, pode acordar pois o pesadelo só está começando.

Como dizia um professor na época do colégio: “Se a situação está ruim, não se preocupe, ela irá piorar.

[via Rodrigo Flausino]

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Xbox 360, 10 anos + um dia

Definitivamente, esses sujeitos da indústria de games são uns fanfarrões. Quando os ânimos parecem estar mais calmos, sempre aparece um dos grandes para tentar colocar fogo nas discussões. Quem resolveu abrir a caixa de ferramentas dessa vez foi Shane Kim, vice-presidente da divisão de jogos da Microsoft.

Sabe aquela história de que o Playstation 3 terá uma vida útil de 10 anos? Segundo Kim, os donos de um Xbox 360 não devem temer por isso, já que a Microsoft irá manter o seu videogame vivo “até um dia após a morte do PS3”.

O engraçado é que a própria MS decretou o fim do primeiro Xbox sumariamente, na minha opinião até com razão já que o Playstation 2 já havia ganhado a guerra da geração passada antes mesmo dela começar.

Por isso fica a dúvida, se a Sony mantiver seu videogame em condições de luta por todo este período, conseguiria mesmo o 360 aguentar bater de frente com um adversário supostamente tão poderoso?

dori_360_17.11.08

[via Destructoid]

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Tectoy anuncia seu videogame

Muitas vezes eu tenha a sensação de que a indústria brasileira de games está repleta de boas intenções, mas que por um motivo ou outro acabam sendo mal executadas. Espero sinceramente estar enganado, mas acho que o anúncio do novo videogame da Tectoy acaba indo por este caminho.

O Zeebo pretende conquistar o jogador através da distribuição online de jogos, ou seja, ele não usará CDs, DVDs ou mesmo cartuchos. Todos os jogos serão comprados através da rede do console, chamada de ZeeboNet3G e ficarão armazenadas em uma unidade de armazenamento com 1GB de capacidade.

dori_zee_13.11.08 Mas então você pergunta: Qual o problema com o videogame? E eu explico. A idéia da Tectoy é que o Zeebo tenha uma capacidade de processamento parecida com a do Playstation 2 e a empresa parece fazer questão de dizer isso. Eles pretendem ganhar o consumidor que não está disposto (ou não pode) investir em um console de última geração, mas há um detalhe. O preço sugerido do Zeebo é de R$ 599, bem acima do valor de um PS2.

A maior vantagem é que os jogos deverão custar no máximo R$ 19,90. Os games virão totalmente em português e quem adquirir o videogame já leva alguns títulos pré-instalados como Brain Challenge, Fifa, Need for Speed, 412Sper Action Hero, Prey E1vi0l e Quake.

Infelizmente acho que não será dessa vez que veremos a Tectoy voltar aos tempos áureos do Mega Drive  Master System.

[via Reuters]

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Prepare-se para o fim

O que você diria se alguém lhe dissesse que os consoles estão com os dias contados? Pense então o que você diria se esta mesma pessoa afirmasse que os videogames irão acabar porque os jogos casuais feitos para internet irão tomar o lugar deles. Pois é o que acha o site voltado para marketing digital ClickZ.

Em um artigo (na minha opinião, bastante infeliz) escrito para o site, Kevin Carney, fez a seguinte declaração:

Nós estamos entrando em um futuro onde muitos da indústria de games continuam negando e lutando contra. Nós estamos vendo o ícone dos jogos, o console, rápida e desagradavelmente sucumbir perante a internet. Por mais difícil que possa ser perder nosso ícone cultural dos games, nós precisamos. Os jogos estão passando por uma transição tremenda.

Ele continua dizendo que quem acompanha a indústria há muito tempo sabe que o ciclo de vida de um console é de 5 anos, mas que agora parece estar diferente, já que eles estão encarando uma forte competição e sua extinção. O sujeito justifica então seu raciocínio afirmando que os jogadores mudaram e que os videogames não acompanharam esta evolução. Para eles os consumidores estão online, tendo experiências digitais online e se socializando, usando o pc para isso e sem pagar nada.

Não sei. Kevin Carney pode ser um ótimo profissional, ter as melhores das intenções, mas penso que seu artigo não possui o menor fundamento, além de ser extremamente tendencioso. Não sou o tipo de pessoa que condena a ascensão dos jogos casuais mas também não posso dizer que morro de amores por ele. Só acho que para um existir, não é preciso que o outro desapareça.

dori_cas_12.11.08

[via Kotaku]

Dori Prata's picture

Indústria de games continua crescendo

O site da BBC divulgou um estudo feito pela empresa Verdict Research. de acordo com o relatório, a previsão é de que as vendas de games aumentem cerca de 42% no Reino Unido e ultrapasse os ganhos da indústria áudio-visual.

Para se ter noção do poder que os games alcançaram, a expectativa é de que os videogames movimentem £4.64 bilhões enquanto que as músicas e os vídeos combinados fiquem na casa de £4.46 bilhões. Você prestou atenção? Estamos falando das duas maiores (até então) indústrias de entretenimento do planeta juntas.

É bem verdade que a empresa computa as vendas dos consoles na mesma conta, contudo, a estimativa é que apenas os games cheguem a £1.7 bilhões o que por si só já seria mais do que se arrecada apenas com a venda de músicas.

Enquanto isso, o Brasil continua não percebendo que os games podem ser uma bela forma de ganhar dinheiro.

dori_gm_06.11.08

[via Joystiq]

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Jogos usados, um mal necessário?

Você compra ou já comprou jogos usados? Se já fez isso, sentiu algum tipo de remorso por não estar ajudando a indústria? Eu sou uma das pessoas que sempre que vai adquirir um jogo dá preferência para games que outros jogadores estejam vendendo e o motivo é simples: dinheiro.

Com um pouco de sorte é possível pagar 1/3 do valor de um jogo novo e um em perfeitas condições e sinceramente, não vejo problema algum nisso. O maior problema é que os produtores de jogos não simpatizam muito com a prática, já que eles não recebem nada por esta revenda e o coro daqueles que são contrários a este mercado só vem aumentando. O mais novo a fazer criticas é David Braben, criador de Lost Wind. Para ele, a compra e venda de jogos usados está “prejudicando muito a experiência dos jogos single-player”.

O designer propõe que para cada jogo lançado haja duas versões, uma que não poderia ser revendida e custaria mais barato e outra que pudesse ser passada para frente ou pudesse ser alugada, mas que custaria mais caro. É difícil saber como essa diferenciação seria feita, mas uma idéia é adicionar conteúdo extra ao jogo como será feito no Gears of war 2. O jogo virá com um código que permitirá que o jogador faça o download de alguns mapas extras e este código só valerá uma única vez. É provável que apenas isso não diminua a revenda do game, mas não deixa de ser uma boa idéia.

Eu até consigo entender a “revolta” dos produtores, mas penso também que boa parte da culpa por um jogo ser vendido logo após a sua aquisição é devido a sua baixa qualidade. Apenas para citar jogos single-player, sempre tive dificuldade em achar cópias usadas do Bioshock e do Lost Odyssey para venda, porque será?

dori_use_01.11.08

[via 1UP]



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