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Quem foi ao Meio Bit Expo deste ano (isso quer dizer que ano que vem, tem mais!), além da agradável presença dos seus editores prediletos, também pôde ouvir e bater um papo com gente muito interessante. Entre nossos convidados, estava a Enga. Martha Gabriel, já conhecida aqui no Meio Bit pelo seu livro “Marketing de Otimização de Buscas na Web”.

Numa palestra corrida (literalmente, mas por culpa única e exclusiva minha, que calculei mal o tempo total do evento), ela falou sobre os pontos mais importantes de como (e porque) melhorar o posicionamento de um site nos motore de busca, especialmente o Google.

Para quem ficou com um gostinho de “quero mais”, uma boa notícia: Martha estará lecionando um curso sobre o assunto, com duração de dois dias (16 horas), iniciando em 01 de outubro, em São Paulo.

A cereja do bolo: leitores do Meio Bit (que se identificarem como tal) terão 10% de desconto.

Maiores detalhes podem ser encontrados aqui. Só lembrando: se identifiquem como leitores do Meio Bit, ou nada de desconto, hein!

Antes que perguntem: não, este não é um “post patrocinado”. O curso parece ser bacana, a Martha entende do que fala e os leitores têm 10% de desconto. Isso já é suficiente para mim.

A rede social voltada a profissionais e empresas, LinkedIn, anunciou ontem que está implementando um novo modelo de publicidade nas páginas do site - que recebeu o nome de LinkedIn DirectAds.

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Este produto foi desenvolvido especificamente para indivíduos (e empresas de menor porte) que queiram divulgar seus produtos, serviços ou seu negócio diretamente para outros usuários do site. Os anúncios vendidos são em formato de texto, ao custo-base de US$ 10,00 por 1.000 impressões (CPM), variando conforme o nível de especificidade da audiência (veja na imagem abaixo) e são oferecidos sete critérios de filtragem.

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A criação do anúncio é simples e rápida, conforme o exemplo abaixo, e o pagamento é efetuado por cartão de crédito.

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Notem na imagem acima que o nome do usuário responsável pelo anúncio aparece no canto inferior esquerdo, juntamente com o link para o seu perfil. Isso possibilita a quem visualiza o anúncio saber quem está tentando atingir pessoas com seu perfil demografico/profissional e estreita o contato direto entre usuários.

O sistema inclui, ainda, um painel administrativo através do qual pode-se acompanhar o desempenho das campanhas.

No entanto, o serviço não está (ainda) disponível a todos os usuários. Para garantir que o DirectAds seja usado por membros ativos que levam o serviço a sério, somente têm acesso ao sistema usuários que preencham certos requisitos relacionados ao uso do site (tais como um número mínimo de conexões, tempo de uso do serviço, quantidade de informações no perfil, etc.). Na mesma linha de raciocínio, assinantes de contas Premium recebem 50% de desconto na compra de anúncios. Será também bloqueado o acesso a usuários que fizerem mau uso do sistema, violando os acordos que o regem.

Embora seja uma nova modalidade de publicidade no site, a quantidade de anúncios mostrados nas páginas não aumenta. Eles ganham destaque acima da dobra quando um usuário com o perfil adequado ao anúncio acessa páginas em que eles aparecem.

Uma limitação desta fase de implementação é que não há ainda como definir públicos-alvos fora dos Estados Unidos, mas esta funcionalidade deverá ser implementada no futuro, de acordo com a página de ajuda sobre o sistema. Mas vale lembrar que o LinkedIn tem uma base de usuários com mais de 24 milhões de pessoas e é usado ativamente por profissionais e empresas nos EUA, embora entre usuários brasileiros participação ativa no site esteja ainda engatinhando.

Não é novidade que o mercado de vídeos online e de live streaming vêm crescendo muito nos últimos tempos. Sites oferecendo hospedagem de vídeos e serviços de streaming gratuitamente estão cada vez mais populares. Mas, com a popularidade vem a necessidade de um modelo de negócios que os sustente.

O já bem popular UStream resolveu, então,fechar uma parceria com o site YuMe (empresa que, entre outras coisas, oferece uma plataforma de gerenciamento de anúncios) e com o Yahoo para começar a testar a inclusão de publicidade nos streamings.

Os anúncios que começaram a ser testados são textuais, semi-transparentes, aparecem na parte inferior do vídeo e podem ser fechados pelo usuário. Outros formatos poderão ser testados até chegarem à versão definitiva, mas a implementação será gradativa.

O objetivo, segundo Patrick Ross do UStream é "desenvolver um sistema de publicidade que funcione tecnicamente e seja aceitável por quem assiste e por quem transmite o vídeo, ao mesmo tempo ajudando a construir uma comunidade sustentável."

Sempre há aqueles usuários que se revoltam contra este tipo de coisa. Na verdade, ninguém gosta de estar sujeito a anúncios em lugar nenhum. Mas a realidade é que sem um modelo de negócios que gere receita para pagar as contas, não há serviço gratuito que se sustente e, entre colocar a mão no bolso para usar um serviço e ver um anúncio que pode ser fechado, o que você acha que a maioria das pessoas prefere?

Marcellus Pereira's picture

Bem vindo, LinuxMall!

linuxmall-small_regVocês já devem ter reparado no banner discreto aí da direita, certo? É o Linux Mall fechando uma parceria conosco. Agora, camisetas, bonés, DVDs do Debian, chaveiros, gadgets e livros estão um clique de distância.

Bem-vindos, pessoal e muito obrigado pela confiança no Meio Bit!

Agora, leitores, comprem lá! Ou vamos fechar o conteúdo e cobrar R$ 49,99 mensais mais uma taxa premium.

Dennes's picture

Propaganda Engraçadinha

 

As várias propagandas interessantes e divertidas da Apple (e por ai vai) me incentivaram a catar em meus vídeos antigos algumas coisas bem divertidas (divertidas = para rir, só para esclarecer)

Este vídeo abaixo já existe há muito tempo, provavelmente está perdido em algum local do site da Microsoft assim como estava perdido aqui nos meus HDs. Então, divirtam-se.

Acredito que este post mereça a ZICA... na pior das hipóteses vocês vão gostar da loirinha, mas não, ela não está pelada.

Google na TV também! A Google, que já tem um projeto para explorar publicidade em revistas e jornais impressos, agora quer vender anúncios na TV. A iniciativa está sendo desenvolvida nos porões do Googleplex e vai além do modelo que está sendo testado atualmente no programa AdWords. O projeto iniciou há dois anos quando a Google contratou Vincent Dureau, CTO da OpenTV, para chefiar a equipe de tecnologia para TV. Os rumores apontam para o desenvolvimento de uma plataforma para aplicações que execute nos dispositivos que recebem sinais televisivos das empresas de TV a cabo e satélite. As possibilidades para uma solução desse tipo são ilimitadas: publicidade contextual, sobre-camadas interativas, links patrocinados, etc.

O objetivo da Google é ganhar mais dinheiro revitalizar a publicidade na TV, como já fez com a Internet, levando anúncios mais relevantes para a audiência e popularizando o acesso à midia. Hoje, no Brasil, anunciar na TV é um privilégio inacessível para pequenas e médias empresas. Caso o programa AdWords seja ampliado para a TV, o preço para anunciar nas grandes redes de TV deve cair significativamente. Esse modelo trará benefícios para os anunciantes, os espectadores, para os geradores de conteúdo (emissoras) e, claro, para a própria Google. A Google sabe ganhar dinheiro! Quanto não sabe, compra alguém que sabe!

A Google não pára de invertar! A patente registrada no último 8 de novembro mostra que a empresa de Mountain View quer estar presente no cotidiano das pessoas mesmo quando elas estiverem offline. A idéia é tão simples quanto genial: personalização de conteúdo e publicidade em publicações em qualquer formato, inclusive impresso! Isso significa que você poderá assinar um periódico, como um jornal ou uma revista, e recebê-lo totalmente customizado (das matérias aos anúncios publicitários). A Google é uma empresa de tecnologia, mas acima de tudo é uma empresa de publicidade! O império da Google é sustentado pela venda de publicidade contextual na Internet, porém essa patente indica o interesse em ampliar a área de atuação para outras mídias: revistas, TV, etc... Imagine receber uma revista impressa somente com as reportagens e propagandas que você tem interesse. Se um dia isso se tornar verdade, a Google deixará de ser um negócio bilionário para ser um negócio trilionário!

Obviamente, que existem algumas questões operacionais e logísticas que precisam ser tratadas. Como imprimir uma publicação em larga escala com conteúdo customizado para cada um dos seus milhares de assinantes? É difícil, mas não é impossível, pois os caras da Google, realmente, pensam fora-da-caixa! Só falta inventarem o outdoor contextual!

Fonte: TechCrunch



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